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Ser mulher não pode ser uma sentença de morte
No Brasil, várias mulheres são assassinadas todos os dias por serem mulheres. Não são casos isolados. É uma realidade estrutural.
Cada número carrega um nome. Cada estatística esconde uma história interrompida, uma família destruída, uma vida arrancada.
O feminicídio não começa no crime. Começa antes, no controle disfarçado de cuidado, no ciúme tratado como prova de amor, na violência que cresce e se normaliza.
Quantos sinais ainda precisam ser ignorados?
Quantas mulheres ainda precisam ser mortas?
O medo virou rotina. Dentro e fora de casa. Não é ciúme. Não é cuidado. É violência.
E o silêncio também mata.
Falar sobre feminicídio é responsabilidade de toda a sociedade. Romper o ciclo começa com atitude.