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Exigimos proposta decente: Acordo Coletivo de Trabalho

A Vale, aparentemente, está jogando para medir forças com os sindicatos que atuam na empresa e com os trabalhadores e trabalhadoras, tentando impor uma proposta vergonhosa e indigna de ACT, que sequer repõe as perdas sobre salários, piso, tíquete-alimentação e demais cláusulas econômicas. A inflação oficial acumulada no período correspondente à database do ACT foi de 4,49%, segundo o IBGE. Esse índice demonstra que a Vale tem condições de avançar nos reajustes salariais.

 “Por isso, precisamos avançar tanto nas questões econômicas quanto nas sociais e não aceitaremos nenhuma perda salarial nem retirada de direitos e benefícios”, protestou o presidente do Sindfer, Wagner Xavier.

Segundo o sindicalista, em que pese os importantes avanços nas cláusulas sociais já obtidos nessas negociações, mesmo essas cláusulas ainda podem avançar — como, por exemplo, a ampliação da licença em caso de falecimento de um familiar; a livre utilização do passe ferroviário em todos os trechos dos Sistemas Norte e Sudeste, para aposentados e ativos, sem restrição à base de origem; e a redução do desconto no contracheque do trabalhador referente à participação no tíquete-alimentação.

A PLR 2025 e 2026 são outro ponto também destacado por Wagner, que deixou claro que a direção do Sindfer não assinará o ACT sem antes concluir a negociação pendente da PLR 2025 (garantindo o pagamento até 1º de março de 2026). Já com relação à PLR 2026, a ser paga em 2027, a exigência é que não haja alteração de modelo que prejudique a categoria.

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